CRÍTICA | Capitão América 2 - O Soldado Invernal


É um filmaço, porém podemos perceber duas falhas que não afetarão aqueles que não são muito fãs da mitologia do personagem. Apesar de se encontrarem logo no início do filme, não atrapalham em nada na trama.

Trata-se de um Thriller político bem conduzido, diferente de Wolverine, o qual se enrola como um trem descarrilhado até chegar ao ápice final. Em Capitção América 2, existe um bom balanceamento entre a parte política da história, o que está acontecendo na SHIELD e a pessoalidade de Steve Rogers, nos presenteando com um roteiro bem aproveitado sem deixar furos e com cenas de ação muito bem coreografadas. Chris Evans mostra o seu trabalho habitual ao longo do filme, não deixando à desejar nas cenas de ação, se comparado à Thor 2, onde vimos duas cenas de ação e um enredo humorístico, seguindo a cartilha de Os Vingadores.

 Diferente dos filmes que o antecederam, Capitão América 2 ganha um passo a mais, evoluindo como thriller político, porém não podemos definí-lo como um filme denso, se trata de um filme de super-herói que mescla elementos sérios levados com maior leveza, garantindo uma excelente sessão de cinema.

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